A S-BASS trata-se de uma linha de caixas acústicas
de subwoofer ativas e suas respectivas caixas acústicas passivas/complementares
originais. Esses produtos são projetados e fabricados pela
CICLOTRON.
Essa linha é composta de 3 modelos de caixas acústicas
ativas para subwoofer: sendo 1 de alto-falante para subwoofer de 18”,
outro de alto-falante para subwoofer de 15” e outro de alto-falante
para subwoofer de 12”. Nesta linha, cada modelo de caixa acústica
ativa contém a sua respectiva caixa acústica passiva
complementar, com o mesmo tipo de alto-falante. Nesses 3 modelos de
caixas acústicas ativas para sub-woofer, sua amplificação
é em classe AB.
Esses sistemas ativos e passivos S-BASS
da CICLOTRON são projetos “customizados”
a partir dos modelos que compõem a linha SUB
da CICLOTRON, lançados no mercado em Setembro
de 2004 porém, sendo um pouco mais leves tanto no peso
quanto no custo, além de suas dimensões serem um pouco
mais reduzidas. Esses produtos foram feitos sob medida para quem necessita
de um equipamento com preço mais acessível e mais leve
para transportar, mas não quer abrir mão da eficiência
e da qualidade que consagraram os produtos SUB da
CICLOTRON. Pelo exposto você pode perceber
que essas caixas acústicas ativas e suas respectivas caixas
acústicas passivas complementares, foram desenvolvidas especialmente
para utilização como reforço de subwoofer para
as caixas acústicas ativas e passivas full-range tanto da linha
TITANIUM CUSTOM
quanto da linha NIOBIUM
(NIOBIUM
Plus e
NIOBIUM).
Nas caixas acústicas ativas de subwoofer, o que difere,
principalmente, os produtos SUB
dos S-BASS
correspondentes, é que os produtos da linha S-BASS
apresentam uma pequena modificação nos módulos
de potência e nas fontes de alimentação, e o valor
da potência da amplificação é especificado
no painel do respectivo produto, de 2 formas:
1º- Em True Watts RMS Musical Program - potência
musical em RMS verdadeiro (forma de medição: sinal de
entrada musical e carga resistiva, com tensão medida com o
instrumento de medição de laboratório - Fluke
189 Multimeter, em modo True RMS na escala “Fast Max”).
2º- Em Watts RMS Continuous (forma de medição:
sinal de entrada senoidal e carga resistiva, com tensão medida
a 1% de THD, aferida com o instrumento de medição de
laboratório - Neutrik A 2 - Audio Test & Service System),
na função THD+N.
Todos esses dados são obtidos com o aparelho ligado a tensão
AC de alimentação em 120 V ou 230 V.
A partir de Setembro/ 2006, a série SUB
também terá esse tipo de medição de potência
e será identificada como Série B.
Em ambos os casos, a potência da amplificação
de cada modelo desses produtos, foi medida nas formas acima descritas
através da fórmula: Potência em Watts = tensão
RMS encontrada, elevada ao quadrado e dividida pelo
valor da carga resistiva, que é 4 Ω.
Nessa condição extrema, que é
a potência máxima e com carga resistiva na saída
e superexcitação na entrada, o Limiter incorporado deve
garantir que a distorção harmônica máxima
total, mais ruído (THD+N), não ultrapasse 2%. Na condição
mais aproximada da típica de uso (- 6dB da potência máxima
e com carga resistiva), a distorção harmônica
total mais ruído não deve ultrapassar 0,05%.
Tal como na linha SUB,
na linha S-BASS,
os modelos ativos são identificados pela potência máxima
individual de suas amplificações. Na linha S-BASS,
foi utilizada para identificar o modelo do aparelho, a potência
em True Watts RMS Musical Program - potência musical
em RMS verdadeiro -, enquanto que na linha SUB, foi
utilizada a potência em Watts RMS Continuous.
Isso porque há uma tendência
mundial de se abandonar o RMS Continuous e adotar o True Watts RMS
Musical Program (potência musical em RMS verdadeiro), como o
padrão de medida de potência mais realístico
para audioamplificadores de potência. Realmente,
medir a potência útil de audioamplificadores de potência
utilizando o método onde se determina a capacidade de fornecer
potência através de Watts RMS Continuous, é
uma maneira clássica, conservadora e até exagerada
para essas medições, pois, na verdade, o RMS Continuous
- que só pode ser medido através de carga resistiva
substituindo os alto-falantes, e o sinal senoidal, proveniente de
gerador de áudio, substituindo a fonte de programa, além
disso, com o medidor da tensão mantida na carga resistiva,
em modo RMS - está muito além do objetivo do aparelho,
que é audioamplificação de potência para
carga indutiva (alto-falantes e drivers de alta freqüência),
e com sinais provenientes de fontes de programa.
De acordo com o exposto, podemos dizer que
o True Watts RMS Musical Program — potência musical em
RMS verdadeiro — é a maneira mais “equilibrada”
de se mensurar potências em audioam-plificadores. Comercialmente,
muitos fabricantes, até mesmo os de grande renome no mercado,
já estão adotando também, simplesmente o Watts
Musical Program (Watts Musicais), cujos valores apresentam 3dB a mais
que o True Watts RMS Musical Program (potência musical em RMS
verdadeiro), e 6dB a mais que o Watts RMS Continuous. Até aí
é uma questão do quanto se quer, ou não, ser
conservador, sem se distanciar muito da realidade.
Da mesma forma que na linha SUB,
nessa linha S-BASS,
todos os modelos de caixas acústicas ativas para subwoofer
funcionam isoladamente em 8 Ω. Para elas funcionarem em 4 Ω,
você terá que conectar a caixa acústica passiva
de subwoofer complementar especialmente desenvolvida para cada modelo
de caixa acústica ativa desta linha. Existem conectores e cabos
especiais para esta função de conexão, que fazem
parte destes produtos. As caixas acústicas passivas são
do mesmo tamanho, têm a mesma aparência frontal e possuem
o mesmo transdutor (alto-falante) que suas respectivas caixas acústicas
ativas.
Quando em 4 Ω (com a conexão da respectiva
caixa acústica passiva), a caixa acústica ativa funciona
na potência máxima especificada. Sem esta conexão,
ela funciona em 8 Ω deixando de aproveitar 40% de sua potência.
Quando funciona em 4 Ω, além do aproveitamento total da
potência, ainda ganha em eficiência sonora pelo motivo
que é dobrado o número de transdutores (alto-falantes).
Na linha S-BASS,
todos seus respectivos modelos ativos e passivos possuem uma flange
de aço, assim como os da linha SUB,
localizada na parte superior do gabinete da caixa acústica
e o tubo de aço próprio para elevação
e sustentação, do sistema full-range escolhido (ativo
ou passivo) sobre ela. Esse tubo serve para elevar e sustentar qualquer
sistema full-range ativo ou passivo fabricado pela CICLOTRON
sobre esses sistemas de subwoofer.
A reengenharia na linha SUB,
resultando na linha S-BASS,
fez com que as caixas acústicas ativas e passivas S-BASS
ficassem um pouco mais leves, perceptivelmente reduzidas em suas dimensões,
e com a potência final de sua amplificação correspondente
a cada modelo reduzida um pouco — na média — em
mais ou menos 19,5%. Afinal a intenção foi oferecer
um diferencial de preço, peso, dimensões e potências
entre os produtos dessas 2 linhas de caixas acústicas ativas
e passivas para subwoofer.
Quando comparado o modelo S-BASS
de caixa acústica ativa, com alto-falante para subwoofer de
18” com o modelo correspondente na linha SUB (SUB-600
X S-BASS
1000) a redução
de potência é de 16,66% e a redução de
peso é de 12,38 kgs ou 16,12%. Quando a comparação
é feita em modelos com alto-falante para subwoofer de 15”
(SUB-450
X
S-BASS 700),
a redução de potência é de 22,22% e a redução
de peso é de 11,12 kgs ou 17,53%. Também foi criado
um novo modelo na linha S-BASS
com alto-falante para subwoofer de 12” que não possui
equivalência na linha SUB,
com peso e dimensões bastante reduzidos. Esse modelo foi criado
especialmente para quem precisa de caixas acústicas ativas
e passivas de subwoofer de pequeno porte. Esse versátil produto
atende tanto pequenas sonorizações profissionais quanto
sonorizações residenciais exigentes, principalmente
para home theater.